Pular para o conteúdo
Torres corporativas e prédios de empresas listadas — contexto da regulação CVM
Voltar ao blog
Regulação 16 min de leitura03 de maio de 2026

CVM 193: o que muda para companhias abertas a partir de 2026

Análise completa das Resoluções CVM 217/218/219 que incorporam IFRS S1 e S2 ao Brasil, com cronograma de implementação, os 4 pilares do IFRS S2 e checklist de preparação para 2026.

Daniel Mayo
Daniel Mayo
Cofundador & CEO · Mangue
Compartilhar

O que são as Resoluções CVM 217, 218 e 219

Em uma articulação regulatória progressiva, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) introduziu um conjunto de normas com o objetivo de incorporar padrões internacionais de relatórios de sustentabilidade ao arcabouço brasileiro. A Resolução CVM 193, publicada em 2023, foi o marco inicial. Ela previa a adoção dos padrões do International Sustainability Standards Board (ISSB) · IFRS S1 e IFRS S2 · para a elaboração de relatórios de sustentabilidade por companhias abertas no Brasil.

Posteriormente, em 2024, a CVM publicou as Resoluções 217, 218 e 219, que aprimoraram e consolidaram as disposições da Resolução 193. A Resolução CVM 217 agora estabelece o dever de as companhias abertas divulgarem seus relatórios de sustentabilidade seguindo as normas emitidas pelo Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS), as quais incorporam os padrões internacionais do ISSB. A Resolução CVM 218 altera as regras para elaboração das demonstrações financeiras, passando a prever a possibilidade de apresentação de relatórios de sustentabilidade, enquanto a 219 introduz modificações pontuais para compatibilização. Em essência, essas resoluções solidificam o compromisso do Brasil com a transparência e a padronização dos disclosures de sustentabilidade, alinhando-nos às melhores práticas globais e às expectativas crescentes de investidores e stakeholders.

Cronograma de implementação

A CVM delineou um cronograma de implementação faseado, projetado para permitir que as companhias se adaptem gradualmente às novas exigências. Compreender este cronograma é determinante para o planejamento estratégico e a alocação de recursos.

* Exercício Social Iniciado em 1º de Janeiro de 2024 (Reporte em 2025): Para este período, a adoção dos padrões ISSB, via CBPS/CPC, é voluntária. Companhias que optarem por reportar neste formato terão a oportunidade de testar seus processos internos, identificar lacunas e refinar sua metodologia antes da obrigatoriedade. Esta fase oferece uma curva de aprendizado valiosa, posicionando as empresas como líderes em sustentabilidade e facilitando o diálogo com investidores globais já familiarizados com os padrões ISSB. A escolha pela adesão voluntária pode ser um diferencial competitivo, demonstrando proatividade e compromisso com a transparência.

* Exercício Social Iniciado em 1º de Janeiro de 2025 (Reporte em 2026): Neste ano, a CVM permite a adoção voluntária ou o uso de outros padrões de reporte de sustentabilidade. As companhias que optarem por não seguir o CBPS/ISSB devem justificar anualmente o motivo da não adoção e indicar qual padrão foi utilizado em seu relatório de sustentabilidade, caso optem por divulgá-lo. Esta é uma janela de transição que ainda permite alguma flexibilidade, mas já sinaliza a direção mandante da regulamentação.

* Exercício Social Iniciado em 1º de Janeiro de 2026 (Reporte em 2027): A partir deste ponto, a adoção dos padrões ISSB, via CBPS/CPC, torna-se obrigatória para as companhias abertas. Desde 2027, todos os relatórios de sustentabilidade deverão estar em conformidade com as diretrizes do CBPS/ISSB, o que demanda uma preparação robusta e integrada em toda a companhia. A conformidade se estenderá à necessidade de auditoria independente para as divulgações. Este é o marco definitivo e irreversível para a padronização do reporte de sustentabilidade no Brasil.

É importante ressaltar que a preparação necessária não é meramente contábil. Ela envolve a coleta e gestão de dados não financeiros, a análise de materialidade, a identificação e gestão de riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade, e a integração dessas informações nas decisões estratégicas da organização.

IFRS S1 e S2 incorporados ao Brasil

No cerne das Resoluções da CVM está a incorporação dos padrões do ISSB, o que representa um passo fundamental na padronização global dos relatórios de sustentabilidade. O Brasil, através do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS) · braço nacional do ISSB · adota formalmente o IFRS S1 e o IFRS S2, alinhando-se a um movimento internacional de harmonização de disclosures ASG.

* IFRS S1 · Requisitos Gerais para Divulgação de Informações Relacionadas à Sustentabilidade: Este padrão estabelece o conjunto fundamental de requisitos para a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade. Ele exige que as entidades divulguem informações materiais sobre seus riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade que possam impactar os fluxos de caixa, o acesso a financiamento ou o custo de capital. O S1 é a base, definindo os princípios gerais que guiarão a identificação, medição e divulgação de informações não financeiras. Ele adota uma perspectiva de valor para o investidor, focando em como os aspectos de sustentabilidade impactam a capacidade da empresa de gerar valor a longo prazo. Isso inclui disclosures sobre a governança da empresa em relação a riscos e oportunidades de sustentabilidade, sua estratégia, gestão de riscos e métricas e metas relevantes.

* IFRS S2 · Divulgações Relacionadas ao Clima: Complementar ao S1, o IFRS S2 foca especificamente nas divulgações relacionadas ao clima. Dada a relevância do tema e a crescente pressão sobre as empresas para gerenciarem e mitigarem seus impactos e riscos climáticos, este padrão fornece diretrizes detalhadas para reportar sobre riscos e oportunidades relacionados ao clima · físicos e de transição. Ele exige a divulgação de informações que permitirão aos investidores avaliar a exposição da empresa a riscos e oportunidades climáticas e sua resiliência a eles. Isso abrange emissões de gases de efeito estufa (GEE), uso de energia, planos de transição para uma economia de baixo carbono e a análise de cenários climáticos.

A relação entre S1 e S2 é simbiótica: o S1 estabelece a arquitetura geral e os princípios que governam todas as divulgações de sustentabilidade, enquanto o S2 aplica esse framework aos riscos e oportunidades climáticas, que são frequentemente os mais materiais e complexos para muitas empresas. A adoção desses padrões pelo Brasil via CBPS/CPC significa que as companhias não apenas precisarão reportar sobre sustentabilidade, mas o farão de uma maneira integrada com suas informações financeiras, usando uma linguagem globalmente reconhecida por investidores e reguladores. [link para /frameworks/cvm-193], [link para /frameworks/ifrs-s2].

Os 4 pilares do IFRS S2

O IFRS S2 estrutura suas divulgações em quatro pilares fundamentais, inspirados nas recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD). Estes pilares fornecem um framework abrangente para que as empresas comuniquem como abordam riscos e oportunidades climáticas. Compreender cada pilar é essencial para uma implementação eficaz:

  1. Governança: Este pilar exige que as empresas divulguem os processos, controles e procedimentos de governança usados para monitorar, gerenciar e supervisionar riscos e oportunidades relacionadas ao clima. A questão central é: como a diretoria e a alta gerência da minha empresa estão envolvidas na supervisão e gestão dos riscos e oportunidades climáticas?

* Exemplo Prático: Uma companhia de varejo pode divulgar que seu Conselho de Administração tem um comitê de sustentabilidade que se reúne trimestralmente para revisar a estratégia de descarbonização da empresa, os progressos em relação às metas de emissão e os riscos físicos relacionados a eventos climáticos extremos que possam afetar a cadeia de suprimentos ou as operações de lojas. A divulgação incluiria as responsabilidades específicas do conselho e da administração sênior.

  1. Estratégia: Este pilar foca em como a organização aborda os riscos e oportunidades climáticas em sua estratégia de negócios, modelo de negócios e planejamento financeiro. Perguntas-chave incluem: Quais são os riscos e oportunidades climáticas materiais para minha empresa, no curto, médio e longo prazo, e como eles impactam nossa estratégia e resiliência?

* Exemplo Prático: Uma empresa agrícola pode divulgar uma análise de cenários climáticos que mostra como diferentes trajetórias de aquecimento global (por exemplo, 1.5°C vs. 3°C) impactariam a produtividade de suas culturas. A estratégia pode incluir a diversificação de culturas resistentes à seca, investimentos em sistemas de irrigação mais eficientes, ou a exploração de seguros climáticos para mitigar riscos de perda de safra. A empresa explicaria como estes riscos e oportunidades climáticas são integrados no seu planejamento estratégico e orçamentação de capital.

  1. Gestão de Riscos: Este pilar aborda como a organização identifica, avalia e gerencia os riscos e oportunidades relacionados ao clima. O foco está nos processos utilizados para integrar esses elementos na gestão de riscos corporativos.

* Exemplo Prático: Para uma instituição financeira, a divulgação poderia detalhar como os riscos climáticos de transição (como o risco de ativos encalhados em carteiras de empréstimos a setores intensivos em carbono) são incorporados em sua estrutura de gestão de risco de crédito. Isso pode envolver a revisão de Due Diligence para novos empréstimos, a criação de limites de exposição para setores de alto carbono, e a realização de testes de estresse climáticos em seu portfólio. A empresa explicaria a frequência e metodologia dessas avaliações.

  1. Métricas e Metas: Este pilar exige a divulgação das métricas usadas pela organização para avaliar e gerenciar seus riscos e oportunidades climáticas, bem como suas metas para gerenciá-los. Inclui métricas sobre emissões de GEE (Escopo 1, 2 e 3), intensidade de energia, uso da água, e outras métricas relevantes para o clima.

* Exemplo Prático: Uma empresa de infraestrutura pode divulgar suas emissões de GEE Escopo 1, 2 e 3 dos últimos três anos, junto com uma meta de redução de 30% nas emissões absolutas até 2030, alinhada à iniciativa Science Based Targets (SBTi). Além disso, pode divulgar métricas de intensidade energética por unidade de serviço ou produto, e o percentual de energia renovável utilizada em suas operações. As metodologias de cálculo e as premissas subjacentes às metas seriam detalhadas.

A implementação bem-sucedida desses pilares demanda uma abordagem integrada e multifuncional, envolvendo áreas como finanças, operações, gestão de riscos, e sustentabilidade.

Relação com B3 ISE e IGCT

A nova onda regulatória, capitaneada pelas Resoluções CVM 217, 218 e 219, está intrinsecamente ligada à evolução do mercado de capitais brasileiro e à crescente demanda por informações ASG de qualidade. Neste contexto, os índices de sustentabilidade da B3 · o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e o Índice de Governança Corporativa e Custo Brasil (IGCT) · ganham uma nova camada de relevância e sinergia com o reporte obrigatório.

O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 tem sido, por mais de uma década, a principal referência para investidores que buscam empresas com alto engajamento em sustentabilidade. A participação no ISE, baseada em um questionário abrangente que avalia as práticas ASG das companhias, é um selo de reconhecimento e um diferencial competitivo.

Com a obrigatoriedade do reporte nos padrões ISSB/CBPS, observa-se uma convergência natural:

* Alinhamento de Conteúdo: Muitos dos requisitos de informação demandados pelo questionário do ISE já abordam temas de governança, estratégia, gestão de riscos e mensuração de impactos ambientais e sociais. A adoção dos padrões IFRS S1 e S2 fornecerá uma estrutura robusta e padronizada para coletar, analisar e reportar esses dados, facilitando a resposta ao ISE e aumentando a qualidade e comparabilidade das informações.

* Credibilidade e Verificação: A exigência de auditoria independente para os relatórios na CVM 217/218/219 emprestará maior credibilidade aos dados de sustentabilidade. Isso, por sua vez, eleva a confiança nas informações fornecidas para o ISE, potencializando a reputação das empresas no mercado.

* Vantagem Competitiva: Companhias que já estão adiantadas na preparação para o reporte ISSB/CBPS terão uma vantagem significativa na competição para ingressar ou permanecer no ISE. A capacidade de demonstrar governança sólida sobre temas de sustentabilidade, estratégias de resiliência climática e métricas claras sobre desempenho ASG se tornará um diferencial ainda mais tangível. A presença no ISE atrai capital responsável, oferece melhor custo de financiamento e fortalece a marca empregadora, o que impacta no Employer Branding.

O Índice de Governança Corporativa e Custo Brasil (IGCT), por sua vez, foca na governança corporativa e em como ela mitiga o "custo Brasil" · os entraves ao desenvolvimento do país. Embora mais focado em governança e aspectos macroeconômicos, o IGCT tem uma intersecção com a sustentabilidade através do pilar de Governança do IFRS S2. Uma governança robusta para supervisionar riscos e oportunidades climáticas e de sustentabilidade é um indicativo de uma gestão avançada e transparente, elementos valorizados pelo IGCT.

Em resumo, a conformidade com as Resoluções CVM que incorporam ISSB não é apenas um requisito regulatório; é um investimento estratégico que pode pavimentar o caminho para um melhor posicionamento em índices como o ISE e o IGCT. Reforça o compromisso da empresa com a transparência, atrai capital que valoriza a sustentabilidade e fortalece sua imagem junto a todos os stakeholders. Empresas que enxergam a CVM 217/218/219 como um catalisador para aprimorar suas práticas ASG e sua comunicação terão um diferencial competitivo relevante.

Checklist de preparação para 2026

A transição para o reporte obrigatório em 2026 (referente ao exercício de 2027) requer um planejamento estratégico e ação proativa. Para garantir conformidade e maximizar os benefícios, apresentamos um checklist prático para sua companhia:

  1. Inventário de Emissões de GEE Abrangente: Inicie ou aprimore a coleta de dados e o cálculo das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de Escopo 1, 2 e 3. O Escopo 3, em particular, requer atenção, pois abrange toda a cadeia de valor e pode ser o mais complexo de mensurar. Uma base de dados robusta e consistente é fundamental para atender aos requisitos do IFRS S2.
  1. Análise e Mapeamento de Riscos e Oportunidades Climáticos: Realize uma avaliação interna para identificar os riscos climáticos (físicos e de transição) e as oportunidades associadas (por exemplo, eficiências energéticas, novos produtos/serviços de baixo carbono) que são materiais para sua organização. Isso deve ser feito em diversas horizontes temporais (curto, médio e longo prazo).
  1. Análise de Cenários Climáticos: Conforme exigido pelo IFRS S2, execute análises de cenários climáticos para avaliar a resiliência de sua estratégia de negócios em diferentes trajetórias climáticas (por exemplo, 1.5°C, 2°C, 3°C de aquecimento global). Isso ajudará a entender os impactos potenciais e a desenvolver planos de contingência. [link para /servicos/risco-climatico].
  1. Integração do Clima na Governança Corporativa: Revise e ajuste as estruturas de governança para garantir que a supervisão de riscos e oportunidades climáticas esteja claramente atribuída ao Conselho de Administração e/ou alta gerência. Defina responsabilidades, frequência de relatórios e mecanismos de decisão. Atualize políticas internas e regimentos.
  1. Definição de Métricas e Metas Relevantes: Identifique as métricas de desempenho climático mais relevantes para sua indústria e modelo de negócios. Estabeleça metas claras e mensuráveis para a redução de emissões, eficiência energética, uso de recursos hídricos, etc., alinhadas com as melhores práticas de mercado (ex: SBTi).
  1. Capacitação e Engajamento Interno: Invista na capacitação de equipes multifuncionais (financeiro, ESG, operações, risco, jurídico) sobre os requisitos do IFRS S1 e S2. O reporte de sustentabilidade, agora com status regulatório, exigirá colaboração interdepartamental e uma compreensão unificada dos objetivos e processos.
  1. Revisão de Processos e Sistemas: Avalie seus sistemas atuais de coleta e gestão de dados. A conformidade com ISSB/CBPS demandará sistemas que possam consolidar dados de sustentabilidade de forma confiável e auditável, integrando-os, se possível, com os sistemas financeiros.
  1. Materialidade Dupla e Perspectiva de Valor para o Investidor: Embora o IFRS S1 e S2 tenham um foco primário na perspectiva de valor para o investidor (impacto financeiro da sustentabilidade na empresa), é importante também considerar a materialidade dupla (impacto da empresa na sociedade e no meio ambiente) para uma compreensão completa do contexto de sustentabilidade e para atender a expectativas de outros stakeholders.
  1. Diálogo com Auditoria Independente: Inicie o diálogo com sua auditoria independente sobre os requisitos de verificação para os relatórios de sustentabilidade, antecipando as necessidades e adaptando os processos internos para garantir a auditabilidade dos dados.

A preparação deve começar agora. Entender que a CVM 217, 218 e 219 não são apenas um "ajuste" regulatório, mas uma transformação que exige uma reavaliação de como a sustentabilidade é integrada à estratégia e operações da sua empresa, é um passo crucial.

Como a Mangue Tech ajuda

Na Mangue Tech, compreendemos os desafios e as oportunidades que a Resolução CVM 193/217/218/219 e a adoção dos padrões IFRS S1 e S2 representam para as companhias abertas brasileiras. Nossa plataforma e expertise foram desenvolvidas para simplificar e otimizar o processo de gestão e reporte de sustentabilidade, garantindo não apenas a conformidade, mas também a inteligência de negócios que emana de dados ASG bem gerenciados.

Nossa solução oferece uma infraestrutura robusta para atender às exigências do novo cenário regulatório:

* Base de Fatores de Emissão Extensa: Contamos com uma base de dados de mais de 60.000 fatores de emissão. Isso permite que sua companhia calcule as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de Escopo 1, 2 e 3 com precisão e abrangência, atendendo aos requisitos detalhados do IFRS S2. A coleta e o gerenciamento de dados de Escopo 3, frequentemente o mais desafiador, são facilitados, garantindo a rastreabilidade e a auditabilidade das informações.

* Suporte a Múltiplos Frameworks: Nossa plataforma suporta mais de 20 frameworks de reporte de sustentabilidade, incluindo, obviamente, os padrões ISSB (IFRS S1 e S2) via CBPS/CPC, GRI e outros. Isso oferece a flexibilidade necessária para atender a diferentes demandas de stakeholders e reguladores, consolidando todos os seus requisitos de disclosure em um único lugar. [link para /frameworks/cvm-193], [link para /frameworks/ifrs-s2].

* Módulos Dedicados ao IFRS S2: Desenvolvemos módulos específicos para abordar os pilares do IFRS S2:

* Módulo de Risco Climático: Projetado para auxiliar na identificação, avaliação e gestão de riscos e oportunidades climáticas, tanto físicos quanto de transição. Este módulo permite documentar processos, atribuir responsabilidades e acompanhar a evolução dos riscos, fornecendo as informações necessárias para as divulgações do pilar de Gestão de Riscos do IFRS S2. [link para /servicos/risco-climatico].

* Módulo de Análise de Cenários: Este módulo facilita a execução e a documentação de análises de cenários climáticos, essenciais para o pilar de Estratégia do IFRS S2. Ajuda a sua empresa a avaliar a resiliência de suas operações e modelo de negócios em diferentes futuros climáticos, fornecendo insights para o planejamento estratégico e a tomada de decisões.

* Visualização e Relatórios Customizáveis: A plataforma Mangue Tech permite gerar relatórios e dashboards customizáveis, facilitando a comunicação das divulgações exigidas pela CVM de forma clara, concisa e auditável. A visualização de dados em tempo real auxilia na tomada de decisão gerencial e na preparação dos relatórios anuais.

* Suporte Técnico e Especializado: Nossa equipe especializada está pronta para oferecer suporte técnico e consultoria na implementação dos padrões ISSB/CBPS, garantindo que sua empresa esteja totalmente preparada para a obrigatoriedade do reporte.

Com a Mangue Tech, a transição para o novo regime de reporte de sustentabilidade no Brasil torna-se um processo mais gerenciável, eficiente e estratégico. Estamos preparados para ser seu parceiro nessa jornada, convertendo os desafios regulatórios em oportunidades de agregação de valor para sua companhia.

Atenciosamente,

[Seu nome/Mangue Tech]

Para levar
  • Inicie inventário GHG abrangente cobrindo Escopos 1, 2 e 3
  • Execute análise de cenários climáticos conforme exigido pelo IFRS S2
  • Defina governança ESG clara com responsabilidades no Conselho
  • Capacite equipes multifuncionais e inicie diálogo com auditoria independente

Perguntas frequentes

Quando o reporte de sustentabilidade se torna obrigatório?+

A partir do exercício social de 2026, com publicação do relatório em 2027.

Quais padrões devo seguir?+

Os padrões IFRS S1 e S2, incorporados ao Brasil pelo CBPS/CPC conforme Resoluções CVM 217/218/219.

Preciso fazer análise de cenários climáticos?+

Sim. O IFRS S2 exige análise de cenários para avaliar a resiliência da estratégia de negócios.

Glossário
CVM
Comissão de Valores Mobiliários, regulador do mercado de capitais brasileiro
ISSB
International Sustainability Standards Board, órgão que emite IFRS S1 e S2
CBPS
Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade, braço nacional do ISSB
ISE B3
Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3

Frameworks mencionados neste artigo

Serviços relacionados

Receba análises ESG por email

Atualizações regulatórias, guias práticos e dados de mercado. Sem spam.

Compartilhar

Quer aplicar isso na sua empresa?