Reporte de sustentabilidade para companhias abertas: agora é decisão estratégica
A CVM 244 mudou a regra em maio de 2026. O reporte IFRS S1 e S2 deixou de ser obrigatório — mas quem não publica tem que justificar publicamente. As companhias abertas que escolhem publicar sinalizam governança madura ao mercado, ao investidor e às agências de rating.
CVM 244
IFRS S2
B3 ISE / IGCT
CDP
Bloco 01
CVM 244
Publicada em 29/05/2026, a Resolução CVM 244 altera a CVM 193. O reporte IFRS S1 e S2 vira voluntário a partir de 01/01/2027. Empresas que não publicam devem comunicar a decisão ao mercado — modelo conhecido como 'cumprir ou explicar'. Quem opta por publicar mantém o compromisso por pelo menos 3 anos.
O padrão em si não mudou: exige governança estruturada, análise de riscos e oportunidades climáticas, métricas de emissões GEE e metas de transição. Quem decide publicar começa pelo inventário e pela gestão de risco climático.
Bloco 02
IFRS S2
O IFRS S2 organiza a divulgação climática em quatro pilares: Governança, Estratégia, Gestão de riscos e Métricas & metas. Exige análise de cenários climáticos, identificação de riscos físicos e de transição, e metas baseadas em ciência.
A Mangue Tech implementa cada pilar: estrutura o comitê ESG, conduz a análise de riscos climáticos (TCFD-aligned), calcula as métricas de emissões (Escopo 1, 2 e 3) e define metas Science-Based quando aplicável.
Padrão internacional do ISSB, recomendado como melhor prática mesmo após a CVM 244.
Bloco 03
B3 ISE / IGCT
O Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE B3) e o Índice de Governança Corporativa e Trade (IGCT) são referências para investidores que buscam empresas com práticas ESG robustas. A participação nesses índices é voluntária, mas cada vez mais relevante para acesso a capital e reputação.
O questionário ISE avalia governança, meio ambiente, mudança do clima, capital humano e modelo de negócio. A Mangue Tech prepara a empresa para responder com dados auditáveis, alinhados ao inventário GHG e ao reporte IFRS S1/S2.
Bloco 04
CDP
O CDP (Carbon Disclosure Project) é a principal plataforma global de divulgação ambiental. Investidores com US$ 136 trilhões em ativos pedem que empresas respondam ao questionário CDP. A nota obtida (A a D-) impacta diretamente decisões de investimento.
A Mangue Tech estrutura a resposta ao CDP Climate Change, integrando dados do inventário GHG, análise de riscos e metas. Empresas que já fazem o reporte IFRS S1/S2 reaproveitam a mesma base de dados para o CDP.
A resposta
Como a Mangue resolve.
Decisão informada: avaliamos se publicar IFRS S1/S2 fortalece seu acesso a capital — e estruturamos a justificativa ao mercado, caso opte por não publicar agora.
Inventário GHG completo (Escopo 1, 2 e 3) como base de dados para todos os reportes.
Análise de riscos e oportunidades climáticas alinhada ao TCFD/IFRS S2, com cenários de transição e físicos.
Estruturação do comitê ESG com papéis, responsabilidades e calendário de governança.
Preparação do relatório IFRS S1/S2 (padrão CVM 244), pronto para asseguração externa.
Resposta ao questionário CDP Climate Change com dados integrados ao inventário.
Próximos passos
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