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IFRS S2

IFRS S2: reporte financeiro de clima obrigatório no Brasil

Obrigatório para companhias abertas a partir de 2026 (CVM 193). A Mangue Tech estrutura as divulgações de governança, estratégia, gestão de riscos e métricas.

Empresas que confiam na Mangue Tech

Banco do Brasil
Caixa
Rock in Rio
Hotmart
Petlove
Multilaser
Eztec
Comerc
A.C. Camargo
Grupo Marista

O framework

O que é, e por que importa.

O IFRS S2 (Climate-related Disclosures) é o padrão emitido pelo International Sustainability Standards Board (ISSB) para divulgações financeiras relacionadas a clima. No Brasil, a CVM tornou obrigatório via Resolução 193/2023, com aplicação a partir do exercício 2025 (reporte em 2026).

O padrão exige divulgações em quatro pilares: Governança (como a empresa supervisiona riscos e oportunidades climáticos), Estratégia (impactos atuais e projetados sobre modelo de negócio), Gestão de Riscos (processos de identificação e mitigação) e Métricas e Metas (emissões GHG, riscos de transição e físicos quantificados).

O IFRS S2 absorveu as recomendações do TCFD e usa SASB como referência de métricas setoriais. Isso significa que empresas que já reportam TCFD ou SASB têm vantagem na transição.

Em escala

Quando a norma atualiza, o motor de cálculo já está pronto.

0+

frameworks suportados

GHG Protocol, CSRD, IFRS S2, CDP, GRI, SASB, CBAM, SBCE — uma base só.

0k+

fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent — todos versionados, com fonte, ano e gás.

0

escopos cobertos

Escopos 1, 2, 3 e biogênicos. Operacional e financeiro — tudo entra.

Quem precisa

Para quem é obrigatório.

  • Todas as companhias abertas brasileiras (CVM 193 é mandatório a partir do exercício 2025).
  • Empresas de grande porte que se preparam para a obrigatoriedade futura ou que sofrem pressão de investidores por disclosure financeiro de clima.
  • Organizações que já reportam TCFD e precisam migrar para o formato IFRS S2 com ajustes de escopo e granularidade.

Como entregamos

Da fonte ao auditor.

01 · etapa

Mapeamos o estado atual de disclosure da empresa (TCFD, CDP, relatório integrado) e identificamos gaps em relação aos requisitos do IFRS S2.

02 · etapa

Estruturamos as divulgações nos quatro pilares, integrando dados quantitativos de emissões (plataforma Mangue) com informações qualitativas de governança e estratégia.

03 · etapa

Entregamos o draft de divulgação IFRS S2 pronto para revisão pela auditoria independente, com mapeamento SASB setorial e cross-reference para CDP.

Por setor

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