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CVM 193

CVM 193 e CVM 244: como ficou o reporte de sustentabilidade no Brasil

A CVM 193 estabeleceu a adoção dos padrões IFRS S1 e S2. A CVM 244 reviu o cronograma — a adoção é voluntária. Mesmo assim, segue como padrão de referência para investidores, bancos e mercado.

Empresas que confiam na Mangue Tech

Banco do Brasil
Caixa
Rock in Rio
Hotmart
Petlove
Multilaser
Eztec
Comerc
A.C. Camargo
Grupo Marista

Consultoria + Plataforma

Dados operacionais viram indicadores ESG auditáveis.

Consultoria especialista que entende cvm 193. Plataforma que automatiza o cálculo, versiona o dado e exporta no formato que o regulador exige.

Consultoria

Gestão de dados ESG e compliance, com especialista que entende seu setor.

Plataforma

Software próprio que automatiza cálculos, indicadores e exportações.

Reportes auditáveis

Inventário GEE, plano de descarbonização e relatórios prontos pra auditor.

Plataforma Mangue Tech · home da organização
0%

Menos tempo

Coleta automatizada vs. planilha manual.

0+

Frameworks globais

IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB, GHG, CDP…

0k+

Fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent.

Como a Mangue atua

4 passos. Do diagnóstico ao relatório auditável.

01

Diagnóstico

Saiba quais riscos ESG impactam seu negócio e o que o regulador vai exigir.

02

Estrutura

Dados organizados, processos definidos e tudo pronto pra qualquer verificação.

03

Operação

Cálculos de emissões, metas de descarbonização e monitoramento contínuo.

04

Reportes auditáveis

Conformidade ativa com IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB e GHG Protocol.

Entregas Mangue para cvm 193

Cada entrega é um pacote completo: consultor + plataforma + relatório auditável. Clique pra ver como aplicamos.

Frameworks que aplicamos

O framework

O que é, e por que importa.

A CVM publicou em 2023 a Resolução 193 que incorpora os padrões ISSB (IFRS S1 e S2) ao mercado de capitais brasileiro. A Resolução 244 (revisão posterior) tornou a adoção voluntária. Companhias abertas seguem com a opção de divulgar informações de sustentabilidade em formato padronizado IFRS.

Mesmo voluntário, o padrão segue como referência: fundos e bancos internacionais usam IFRS S1/S2 como vocabulário comum de disclosure ESG; clientes europeus sob CSRD exigem dados que se mapeiam ao IFRS S2.

As divulgações cobrem governança, estratégia, gestão de riscos e métricas/metas. Quando publicado, é recomendável apresentar junto com as demonstrações financeiras e com asseguração por auditor independente — eleva o padrão de qualidade dos dados ESG ao nível das informações financeiras.

Em escala

Quando a norma atualiza, o motor de cálculo já está pronto.

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frameworks suportados

GHG Protocol, CSRD, IFRS S2, CDP, GRI, SASB, CBAM, SBCE. Uma base só.

0k+

fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent. Todos versionados, com fonte, ano e gás.

0

escopos cobertos

Escopos 1, 2, 3 e biogênicos. Operacional e financeiro. Tudo entra.

Aplicabilidade

Para quem se aplica.

  • Todas as companhias abertas registradas na CVM (obrigação a partir do exercício 2025).
  • Empresas em preparação para IPO que precisam demonstrar maturidade ESG desde o primeiro relatório.
  • Fundos de investimento e gestoras que precisam reportar sustentabilidade dos portfólios conforme CVM 175.
  • Empresas de grande porte que antecipam a extensão da obrigatoriedade para além do mercado de capitais.

Como entregamos

Da fonte ao auditor.

01 · etapa

Mapeamos o estado atual de disclosure da empresa e identificamos gaps em relação aos requisitos IFRS S1 e S2 conforme regulamentação CVM.

02 · etapa

Estruturamos as divulgações nos quatro pilares (governança, estratégia, gestão de riscos, métricas), integrando dados quantitativos de emissões da plataforma Mangue com informações qualitativas.

03 · etapa

Entregamos o draft de divulgação pronto para revisão pela auditoria independente, no formato exigido pela CVM, com cross-reference para SASB setorial e CDP.

Por setor

Setores que mais usam.

Serviços

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