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CVM 193

CVM 193: reporte obrigatório de sustentabilidade para companhias abertas

As Resoluções CVM 217, 218 e 219 obrigam companhias abertas a reportar sustentabilidade conforme IFRS S1 e S2 a partir de 2026. A Mangue Tech estrutura todo o reporte.

Empresas que confiam na Mangue Tech

Banco do Brasil
Caixa
Rock in Rio
Hotmart
Petlove
Multilaser
Eztec
Comerc
A.C. Camargo
Grupo Marista

O framework

O que é, e por que importa.

A CVM publicou em 2023 as Resoluções 193 (posteriormente atualizada para 217, 218 e 219) que incorporam os padrões ISSB (IFRS S1 e S2) ao mercado de capitais brasileiro. Companhias abertas passam a ter obrigação de divulgar informações de sustentabilidade em formato padronizado e auditável.

O cronograma prevê reporte voluntário a partir do exercício 2024, obrigatório a partir do exercício 2025 (publicação em 2026). As divulgações cobrem governança, estratégia, gestão de riscos e métricas/metas relacionadas a sustentabilidade e clima.

A resolução exige que as informações sejam apresentadas junto com as demonstrações financeiras anuais, sujeitas a asseguração por auditor independente. Isso eleva o padrão de qualidade dos dados ESG ao mesmo nível das informações financeiras.

Em escala

Quando a norma atualiza, o motor de cálculo já está pronto.

0+

frameworks suportados

GHG Protocol, CSRD, IFRS S2, CDP, GRI, SASB, CBAM, SBCE — uma base só.

0k+

fatores de emissão

IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent — todos versionados, com fonte, ano e gás.

0

escopos cobertos

Escopos 1, 2, 3 e biogênicos. Operacional e financeiro — tudo entra.

Quem precisa

Para quem é obrigatório.

  • Todas as companhias abertas registradas na CVM (obrigação a partir do exercício 2025).
  • Empresas em preparação para IPO que precisam demonstrar maturidade ESG desde o primeiro relatório.
  • Fundos de investimento e gestoras que precisam reportar sustentabilidade dos portfólios conforme CVM 175.
  • Empresas de grande porte que antecipam a extensão da obrigatoriedade para além do mercado de capitais.

Como entregamos

Da fonte ao auditor.

01 · etapa

Mapeamos o estado atual de disclosure da empresa e identificamos gaps em relação aos requisitos IFRS S1 e S2 conforme regulamentação CVM.

02 · etapa

Estruturamos as divulgações nos quatro pilares (governança, estratégia, gestão de riscos, métricas), integrando dados quantitativos de emissões da plataforma Mangue com informações qualitativas.

03 · etapa

Entregamos o draft de divulgação pronto para revisão pela auditoria independente, no formato exigido pela CVM, com cross-reference para SASB setorial e CDP.

Por setor

Setores que mais usam.

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Cada framework merece a sua trilha auditável.