

Taxonomia Sustentável Brasileira: critérios para financiamento verde
Decreto que define quais atividades econômicas são consideradas sustentáveis no Brasil. Base para acesso a linhas de crédito verde, títulos ESG e incentivos fiscais.
Empresas que confiam na Mangue Tech









Consultoria + Plataforma
Dados operacionais viram indicadores ESG auditáveis.
Consultoria especialista que entende taxonomia brasileira. Plataforma que automatiza o cálculo, versiona o dado e exporta no formato que o regulador exige.
Consultoria
Gestão de dados ESG e compliance, com especialista que entende seu setor.
Plataforma
Software próprio que automatiza cálculos, indicadores e exportações.
Reportes auditáveis
Inventário GEE, plano de descarbonização e relatórios prontos pra auditor.

Menos tempo
Coleta automatizada vs. planilha manual.
Frameworks globais
IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB, GHG, CDP…
Fatores de emissão
IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent.
Como a Mangue atua
4 passos. Do diagnóstico ao relatório auditável.
Diagnóstico
Saiba quais riscos ESG impactam seu negócio e o que o regulador vai exigir.
Estrutura
Dados organizados, processos definidos e tudo pronto pra qualquer verificação.
Operação
Cálculos de emissões, metas de descarbonização e monitoramento contínuo.
Reportes auditáveis
Conformidade ativa com IFRS, CSRD, CBAM, GRI, SASB e GHG Protocol.
Entregas Mangue para taxonomia brasileira
Cada entrega é um pacote completo: consultor + plataforma + relatório auditável. Clique pra ver como aplicamos.
O framework
O que é, e por que importa.
A Taxonomia Sustentável Brasileira (TSB) é o sistema de classificação que define quais atividades econômicas podem ser consideradas sustentáveis no país. Inspirada na EU Taxonomy, adapta os critérios técnicos de screening à realidade brasileira (biomas, matriz energética, setores produtivos).
A TSB define objetivos ambientais (mitigação de mudanças climáticas, adaptação, uso sustentável de recursos hídricos, economia circular, prevenção de poluição, proteção de biodiversidade) e critérios de contribuição substancial e do-no-significant-harm (DNSH) para cada atividade.
Na prática, a TSB será a referência para: emissão de green bonds e sustainability-linked bonds, acesso a linhas de crédito verde do BNDES e bancos comerciais, incentivos fiscais para atividades sustentáveis e classificação de fundos ESG pela CVM.
Em escala
Quando a norma atualiza, o motor de cálculo já está pronto.
frameworks suportados
GHG Protocol, CSRD, IFRS S2, CDP, GRI, SASB, CBAM, SBCE. Uma base só.
fatores de emissão
IPCC, DEFRA, MCTI, EPA, Ecoinvent. Todos versionados, com fonte, ano e gás.
escopos cobertos
Escopos 1, 2, 3 e biogênicos. Operacional e financeiro. Tudo entra.
Aplicabilidade
Para quem se aplica.
- Empresas buscando financiamento verde (green bonds, sustainability-linked loans, linhas BNDES) que precisam demonstrar elegibilidade conforme TSB.
- Bancos e instituições financeiras estruturando produtos financeiros verdes que precisam classificar atividades dos clientes.
- Emissores de títulos ESG que precisam de second-party opinion baseada em taxonomia reconhecida.
- Empresas de construção, energia renovável e infraestrutura que se beneficiam de incentivos fiscais para atividades classificadas como sustentáveis.
Como entregamos
Da fonte ao auditor.
Mapeamos as atividades econômicas da empresa contra os critérios da TSB, identificando quais receitas e investimentos são elegíveis.
Avaliamos o cumprimento dos critérios de contribuição substancial e DNSH para cada atividade, documentando evidências e gaps.
Entregamos o relatório de alinhamento taxonômico, com percentual de receita/capex/opex elegível e alinhado, pronto para uso em emissões de títulos ou pedidos de financiamento.
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